terça-feira, 31 de março de 2009

Think Geek Broken USB

Que é que achavam se vissem isto numa porta USB do portátil de alguém?



Pois é. Diriam algo como "este gajo é completamente demente". Mas ele ia rir-se da vossa cara, e vocês não ficavam bem na fotografia. É que a gracinha é uma pen USB de 2gb da autoria da ThinkGeek, como só podia ser. E vocês com cara de parvos.

How I Met Your Father

Quem me conhece sabe que sou um convicto fã da sitcom americana "How I Met Your Mother" (ou Como Tudo Aconteceu). E bem, quem nunca viu provavelmente não acha graça nenhuma à passagem de Family Guy (outra série que venero), parodiando a série, que vou vou mostrar. Mas fica para quem conhece, e quem não conhecer que vá imediatamente conhecer porque vale mesmo a pena.

Aqui fica o prometido:


segunda-feira, 30 de março de 2009

Gran Torino by Clint Eastwood

Há actores e actores. Uns engraçados, outros bem-parecidos, há ainda os que fazem sempre filmes de acção, e há...Os monstros do cinema.

É. É o que chamo a Morgan Freeman, a Robert deNiro, a Al Pacino, Samuel L. Jackson, Nick Cage, ainda Marlon Brando...e principalmente a Clint Eastwood. O verdadeiro senhor de Hollywood, seja a representar ou a produzir, sempre genial.

Quem não se lembra de vê-lo como o lendário polícia Dirty Harry?"Do you feel lucky?Well...Do you, punk?" - palavras santas. Como realizador, provas dadas: quem já viu Million Dollar Baby (com Morgan Freeman) sabe do que falo.

Desta vez, um Clint mais maduro aparece-nos naquela que aparentemente será a sua aparição no grande ecran. No filme Gran Torino, Clint representa o papel de um velho solitário, que só tem uma companhia: o seu Ford Gran Torino, com o qual se entretém dia após dia, hora após hora. Além disto, Walt Kowalski é um ex-combatente, xenófobo e racista. Um dia, uma família de origem asiática vem morar para a casa ao lado da sua, e o filho destes acaba por lhe roubar a sua paixão, o Gran Torino...Espantem-se com o desenrolar da história. (o filme vale a pena, portanto não vos vou tirar o prazer de descobrirem por vocês próprios, vejam).


domingo, 29 de março de 2009

Apple addiction

Há quem goste e quem não goste. Quem gosta gosta muito, quem não gosta geralmente acaba por gostar. Mas há limites, como em tudo na vida: do gosto ao fanatismo vai um bocado; mas como sem paixão nada se faz, venha de lá essa vénia para o artista!


For Dummies

Não sei se é antiga, se é recente, nem pouco mais ou menos. Mas sei que me pôs de sorriso na cara. Eis, meus caros, um hino ao humor de circunstância:


quinta-feira, 26 de março de 2009

AGERE

Conforme prometido, deixo-vos aqui a nova cara da Agere. Ou melhor, não vos deixo porque não consigo encontrar ainda imagens do rebranding, mas deixo-vos o site da EM onde podem verificar a nova cara.

http://www.agere.pt/


O projecto foi criado por um jovem bracarense de apenas 21 anos, formado na EPB. Segundo o mesmo,

«Pensei num símbolo que falasse por si e que representasse as três actividades da empresa, nomeadamente o abastecimento de água, o saneamento e a recolha de resíduos»

«a flor que desabrocha de forma tripartida remete para a natureza, o ambiente, área de trabalho da AGERE, ao que se associa o slogan “Um gesto pelo Ambiente”.»



João participou entre 54 designers de todo o país, inclusive mais experientes e credenciados que ele...E foi seu o trabalho escolhido. E que trabalho!

Os meus parabéns João, por pouco não fiquei com vontade de ir à AGERE, e quase que até davas vontade de trabalhar aos funcionários da mesma...Quase.

Jethro Tull

Amigos, estão a ver aquelas bandas que não dá para classificar ou rotular?Tipo "Ah, é parecido com quê?" - Pá, com nada.

É assim que definimos Jethro Tull, banda britânica de culto, da qual vos falo esta noite. Liderada pelo inimitável Ian Anderson, um escocês com tanto de louco como de génio, a banda é/foi uma mutação evolutiva: o experimentalismo foi desde sempre uma imagem de marca (a par da flauta que Ian sopra como ninguém) e exemplo disso é a sua passagem imediata de um cenário folk para um cenário de um rock evoluído e até futurista para a sua era, muitas vezes dentro da própria música, registando ainda várias influências de música étnica.

Com 22 álbuns lançados e uma carreira de 41 anos (apesar de muitas mudanças), estes senhores da música progressiva continuam no activo. Não com o impacto ou a genialidade de outros tempos a meu ver, mas continuam. É de louvar!

Deixo-vos então com 2 videos, um identificativo que contém uma música que muitos reconhecerão (nos bons velhos tempos), e um outro para sentar e observar o que podem os velhotes ainda fazer. Observem:


(o identificativo)


(o senta-e-vê)

Feedbacks, please.