
Ora, festivais.
Vamos a um ponto da situação: antes de mais, um urra para Paredes de Coura, que nos trazem este ano os geniais Franz Ferdinand. Único nome confirmado, o festival mais a norte prova que está atento ao que de bom se faz, ao contrário do festival mais a sul: Sudoeste, o festival 'Morangos com Açúcar" como alguém lhe chamou, prova ser isso mesmo, mais e mais. Nomes meramente comerciais, como David Guetta e Buraka Som Sistema, ainda Lily Allen, assumem-se como cabeças de cartaz, até ao momento. Brilhante, han?
No Optimus Alive outro grande cartaz, a provar ser cada vez mais o melhor festival nacional: teremos a visita de nomes como Metallica, Slipknot ou os grandes Machine Head como cabeças de cartaz só do primeiro dia (!), que conta ainda com Lamb of God, outra boa banda.
No segundo dia, convidam-nos os alternativos e não menos geniais Placebo, e no terceiro dia temos Dave Matthews, artista bem conceituado no estrangeiro, passa um pouco mais despercebido entre a mainstream nacional. Muito bom cartaz, não há que enganar.
Finalmente, os Super Bock Super Rock traz-nos até agora duas bandas que são, em diferentes estilos, dois grandes eventos: Depeche Mode no norte, e The Killers em Lisboa. Saúde-se a iniciativa de trazer finalmente The Killers, banda altamente em voga e reconhecida como uma das melhores bandas de
indie rock do mundo - merecidamente, opino eu.
Resta-nos esperar agora pelo cartaz do Festival Marés Vivas, em Gaia, que no ano passado cometeu a proeza de nos trazer Prodigy, e principalmente pelos restantes nomes do SBSR Lisboa, que prende as maiores expectativas, por duas razões: uma, terá que ombrear com o Alive, o que não é fácil. Duas, terá que igualar o cartaz do ano passado, o que também não é nada fácil - por isso esperemos, ansiosos, por quem acompanhará os The Killers ao Restelo.