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sábado, 16 de março de 2013

Focas serão sempre.. Focas.

Welcome back everyone!

Antes de mais, e para informação de quem anda aí apenas por ver os outros andar, vamos explicar o que é uma GoPro: a GoPro é uma marca de câmeras digitais, usadas para filmar actividades radicais ou quaisquer outras actividades cuja execução exija da câmera robustez e resistência ao choque ou humidade. 

Há imensas coisas que podes fazer com uma GoPro. Podes filmar um passeio de btt, podes filmar o interior do teu carro num trackday ou numa expedição todo-o-terreno, podes filmar-te a surfar ou a fazer paraquedismo, e podes até filmar-te para a posterioridade enquanto tentas acabar com a tua namorada. Ou durante outra guerra civil qualquer. 

De qualquer forma, uma das coisas que também podes fazer com uma GoPro é montá-la numa prancha e deixar essa mesma prancha seguir o seu caminho, mar fora. Perfeitamente normal, certo? "Certo", pensou o nosso amigo Ethan Johnson. Segue o resultado:



Agora digam-me lá, há mesmo alguém que não goste de focas? Com 10, 30, 50 ou 70 anos, focas serão sempre focas aos olhos de um homem. São hilariantes, há qualquer coisa nelas que nos transporta à velha infância. São o expoente máximo do humor físico, são o nível onde nunca um Chaplin ou um Cleese chegaram, ou alguém mais alguma vez chegará. Talvez só os pinguins, ok. E mais ninguém.

domingo, 28 de outubro de 2012

O simpático vigarista



Neal Caffrey é um vigarista e falsificador brilhante. Peter Burke é um detective, não menos brilhante. Ao contrário do que se possa tentar adivinhar, White Collar não se centra na boa velha história do polícia e do ladrão, da fuga e da investigação. Fala antes da história de um ladrão que a certo ponto atravessa a fronteira para o lado dos bons da fita.
A história de ambos cruza-se quando Caffrey é apanhado pelo primeiro e único homem que o conseguiu, Peter Burke. A cumprir pena na prisão, Caffrey recebe uma visita da sua namorada, Kate Moreau, que termina nesse dia a relação de ambos. Ficando com a impressão que algo não está totalmente explicado, Caffrey opera uma brilhante fuga da prisão a apenas quatro meses do término da sua sentença para procurar Kate, mas acaba de novo preso pelo mesmo Peter Burke que o prendeu pela primeira vez. Desta vez, Caffrey propõe a Peter que lhe dê liberdade condicional em troca de ajuda nas suas investigações na divisão de crimes de colarinho branco do FBI. Hesitante, Peter acaba por ceder à possibilidade de poder contar com a inteligência e conhecimento do prodigioso vigarista.
Além de um grande golpista, dono de uma inteligência assinalável e de uma perícia manual de um cirurgião, Neal é um homem das artes: Connaisseur e apaixonado da pintura renascentista, da arte das antigas civilizações, de boa música e bons livros, especializou-se na falsificação de obras de arte, mas também dinheiro e títulos financeiros, para além de todos os pedaços de papel de alguma forma possam valer dinheiro. Apreciador da alta roda e do luxo, e de tudo o que isso envolve, Caffrey é um homem de boa aparência e sorriso fácil, algo que de alguma forma lhe vale a simpatia de toda a gente com quem se cruza. Toda a gente, excepto Burke.
Ambos acabam por formar uma dupla que resulta numa série apaixonante, viciante, capaz de oferecer uma história diferente em cada episódio e simultaneamente uma história de fundo que vai decorrendo em longo-prazo, por entre a subtileza da interpretação de Matt Bomer e a riqueza de conteúdo da personagem do intelectual Mozzie, fiel companheiro de crime e melhor amigo de Caffrey.
Apesar de a certo ponto cair um pouco em monotonia, White Collar é uma série que oferece uma boa trama, alguma acção e puzzling mental, e alguns sempre deslumbrantes grandes planos da cidade de Nova Iorque. É no global uma série com um argumento interessante, que vive despretensiosamente em torno da personagem de Caffrey e da forma como este vai tentando decidir de qual dos lados da lei será afinal o seu lugar.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Carlos "Cobain" Maciel




Quando alguém faz mudar a definição de músico de rua, para melhor. Não sei a história de vida deste senhor - provavelmente serei o único, mas tem que haver alguma coisa muito forte para não estar neste momento a voar de outra forma...

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Unlock the 007 in you

Há projectos que só uma grande marca consegue levar avante, tal é o reconhecimento e ring-a-bell necessário para algo assim. Ou duas, neste caso: Coca-Cola e 007. 



domingo, 7 de outubro de 2012

Que jeito me dava isto às vezes...



Criada por Michael Beitz, a "Avoid Conversation Table" foi criada com esse mesmo intuito, evitar conversas. De uma forma irónica, conceptual e prototípica - claro. Mas que dava jeito... Dava.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

O primeiro QR Code em calçada portuguesa é um mimo



Isto é apenas uma amostra do que se pode fazer pelo turismo em Portugal: muito. Falta é criatividade e visão da parte dos ilustres autarcas, mas isso são outros quinhentos.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

sábado, 4 de agosto de 2012

Chapéus há poucos...



Aqui há tempos mostrei cá no blog uma foto de Alicante, com uma gloriosa instalação de chapéus de chuva (ou de sol?) ensombrando uma rua do centro da cidade. Pois bem, desta feita é 'nossa' Águeda quem se enche de vaidade e copia a iniciativa, conseguindo um resultado ainda mais encantador que o dos nossos vizinhos espanhóis. 

Eu cá acho importante que as cidades portuguesas se encham de criatividade e dêem de facto o devido valor a este tipo de iniciativas. Poderá à partida fazer espécie a muita gente sobre o que a cidade ganha realmente com isto, já que proveito aparente só mesmo a sombra. Mas na verdade, uma iniciativa deste género trouxe a pequena cidade para as luzes da ribalta, veio publicitá-la e posicioná-la. Falando por mim, acho que faz anos que não ouvia falar de Águeda. É pouco provável que a cidade se vá encher de turistas de uma hora para a outra, por causa disto - mas alguns hão de aparecer, seguramente. E talvez gostem do que a cidade tem para oferecer, e talvez voltem. E talvez convidem amigos a lá ir com eles, ou talvez lhes indiquem o que visitar. Há essa possibilidade e probabilidade, por remota e escassa que possa ser. Sem os chapéus de sol, não haveria. No meio disto tudo, Águeda só ganha - ganha na economia local, ganha adeptos e simpatizantes, ganha notoriedade e constitui motivo de orgulho para quem lá vive. 

Seria importante que os nossos 'energúmenos' - leia-se autarcas à Rui Rio - tivessem real noção do que uma iniciativa assim alavanca. Pois bem, é refresco... Aliás, muito poucos têm sequer noção do potencial que têm em mãos, quer em termos de turismo interno quer em termos de atracção de turistas estrangeiros. Há casos gritantes de sub-aproveitamento de recursos neste sentido, assim de repente lembro-me de duas cidades que me são queridas, casos de Braga e Viana do Castelo. Cidades vizinhas, cheias na herança cultural mas vazias na sua exploração. Desde ruínas enterradas a tradições negligenciadas e silenciadas, Braga é perita em abafar a cultura, em destruir a herança em vez de a mostrar ao mundo, quase como o miúdo invejoso que parte o brinquedo para que mais ninguém brinque com ele - mas isso seria ciúme, que implica amor, doçura que a autarquia não mostra ter pela antologia da cidade, não é bom exemplo. Entre uma Capital Europeia da Juventude esforçada (que reconheço ser) mas não talvez não acutilante e anteplaneada como merecia ser, e uma azáfama autárquica para preparar a debandada do autarca-mor, Braga está moribunda de rumo. De plano de marketing, de agenda estratégica. É o principal problema, não seguir um caminho constante... É inegável que Braga se mexe. Isto é, não adormece no tempo, há sempre algo a ser melhorado ou reconstruído - e dou o devido mérito. Mas não se mexe numa direcção específica, mexe-se ora para a direita, ora para trás, ora para a frente, sem rumo nem direcção. Não há um objectivo em torno do qual se una uma equipa em mesa redonda, não há uma linha orientadora - há uma gestão reactiva, em vez de proactiva.

Mas tomara fosse este um problema ao nível local. O problema é nacional, infelizmente. Parte de governos e ministérios corruptos e incompetentes para autarcas corruptos e incompetentes. É uma roda viva, um ciclo vicioso que só mudará quando se mudarem mentalidades. O que não vai ser fácil, a partir do momento que estamos a falar de um país que achou que mudar o nome do Algarve para All Garve lhe iria trazer benefícios no reconhecimento internacional e consequentemente 'charters' de britânicos.

Algo está mal neste país à beira-mar plantado. Estamos no ponto em que a Vila de Óbidos ou a cidade de Águeda conseguem chegar à frente e mostrar como se faz. E isso, amigos, diz muito sobre o conservadorismo que reina e sobre o quão ultrapassados e deslocados estão os autarcas nacionais.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

domingo, 8 de julho de 2012

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Sweet umbrella sky



Alicante, Espanha. Uma das imagens mais bonitas que vi nos últimos dias, meses, anos. Não sei porquê em especial, mas o que é que isso interessa em boa verdade?

terça-feira, 26 de junho de 2012

Super slow motion meets BMW




É. Quando a arte do slow motion encontra a beleza e a alma da Baviera, acontecem coisas assim. 

segunda-feira, 25 de junho de 2012

quinta-feira, 14 de junho de 2012

E o fim da picada, quando é?



É agora meus caros, é agora. Agora, que a Nestlé acaba de lançar este exuberante Kit Kat Green Tea. A má notícia é que para já, só no Japão. Pois, são coisas da vida.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

E se de repente... Os Black Lips tocassem em tua casa?




Aconteceu ontem à noite, os Black Lips entraram na noite portuense e acabaram numa casa na Rua Passos Manuel, a tocar para quem quis ouvir. Sem marcações, agentes, cachets ou técnicos de som e luz. Porque afinal...

"A música faz-me viver... Portanto se não estou a tocar, na verdade não estou a viver, não é?"

Soberbo.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Mamã, onde fica Berlim? Longe filho, muito longe...

Parece que para além da corja (e do coiso) que temos a governar Portugal, a coisa melhora à medida que subimos na cadeia hierárquica. Estou plenamente convencido que quanto mais burro for o político, mais longe chegará na carreira. Eu nem sempre tive plena certeza desta teoria, mas agora sou capaz de o jurar a pés juntos... Senão vejam:




É o que há. Parafraseando o bom velho Felipão... E o burro sou eu?

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Ele há coisas que fogem ao tempo e ao espaço...



... E esta, é uma delas. Daqui a 100, ainda estarão os meus bisnetos a levar um par de patins com esta boa velha cantiga... E ponho dinheiro na mesa.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Nunca quis ser advogado...

Não que não tenha jeito para mentir e para deturpar palavras - tenho, mas sempre preferi continuar a fazer disso hobby em vez de profissão - mas a lei nunca foi a minha praia. Até porque aposto que é bem menos fixe do que parece na TV. Mas se um dia quisesse ser advogado, era por causa de gajos como Sebastian Stark ou Denny Crane. Verdadeiros bastards: talentosos, descarados, sem remorsos. Senhores de grande manha e grande fluência verbal, só quase tão grande como a pancada que Deus lhes deu, na verdade.

Na série Suits, temos Harvey Specter. Harvey não é Stark nem Crane, é diferente. É educado, inteligente e bem-parecido.  Bem sucedido, à custa de si próprio, da sua perseverança e sentido estratégico - ou seja, teórica e praticamente uma personagem mais pobre que os dois anteriores. E temos Mike Ross, o pupilo, e é onde a série ganha realmente um motivo de interesse. Ross é o típico miúdo inteligente (inteligente-ficção, não inteligente mundo-real) que desperdiça o seu talento com merdas sem interesse nenhum, isto nos intervalos das drogas e álcool. Até que se cruza com Harvey e se vê numa oportunidade de sonho para ser quem nunca imaginou vir a ser. 

E pronto, é isto. A série vai entrar agora na segunda temporada, and i just can't fucking wait. E resolvi partilhar. Quem é um gajo porreiro, quem é?



terça-feira, 8 de maio de 2012

WC Portáteis, e mais qualquer coisa

Estão a ver aquelas casas-de-banho portáteis, que... isto? Pois bem, o IKEA arregaçou as mangas, e fez isto:




Porque melhor do que mostrar, divulgar e empurrar o produto, é mostrar o produto no seu habitat natural, usável, forçando a experiência sem que o utilizador se mace ou sequer se importe.